Uma vida para Deus

Capitulo 3

O estrondo do acidente ressoava por alguns quilômetros de distância. Os transeuntes que passavam próximo do acidente logo se converteram em curiosos e socorrista. Muitos pensavam que o condutor do veículo já teria passado dessa para melhor. Razões não faltavam para que eles pensassem assim.

– Chamem o SAMU, Logo! Alguém gritava quase desesperado. Porém isso não era tão necessário agora. Naquela hora o SAMU já havia registrados dezenas de chamadas para atender o caso em particular.

– Ele está vivo! Ele está vivo!

– Graças a Deus! Isso é um MILAGRE! Um clima de euforia e agitação rodeava o ambiente. Uma vítima estava acidentada, um ser precisava de socorro e todos estavam ali para prestar auxílio à Vítima. Era uma cena desoladora, terrível e inimaginável. Porém, a disposição do povo em ajudar maior que tudo.

Não muito distante dali, Marcos caminhava pela praça da cidade. Era um hábito que ele mesmo cultivava já fazia algum tempo. Para ele, duas coisas não podia deixar de ser feita toda manhãs: uma era buscar o Senhor desde cedo e a outra era contemplar o amanhecer logo nas primeira horas do dia com uma bela caminhada.

Deus, romance cristão
Uma vida para Deus

– Você soube o que agora pouco? Perguntava Alguém que havia se aproximado dele com um semblante assustado e inquieto.

– Não, Não soube de nada. O que houve? Respondia Marcos esperando curiosamente que o transeunte respondesse a sua pergunta.

– Rapaz, meu irmão, Houve um acidente ali na BR que vou te contar! Aquele dali nem a foto na parede ficou de pé. O carro ficou todo estragado! Foi horrível.

– Ah, um acidente? Marcos não dava muita importância para esse tipo de notícia,Para ele o único que se podia fazer diante desse incidente da vida era orar pela recuperação e saúde do acidentado, quando possível, claro! Senão encomendava ao Senhor as consolações para seus respectivos familiares.

O SAMU chegou em questão de minutos ao local. Os primeiros auxílios já tinha sido ministrado por um médico que havia chegado ali.

– Afastem-se, por favor. Afastem-se! Ordenava o bombeiro tentando alcançar a vítima.

– Que bom que vocês chegaram. Já verifiquei os sinais vitais dele e está ok, a vítima está inconsciente .

– Você é médico? Perguntava o socorrista.

– Sim, , eu nome é doutor Elias. Trabalho aqui no Hospital da Fraternidade.

– Sim, o conheço. Eles iam trocando breve palavras mas a vítima era assistida pelo bombeiro do SAMU. Talvez quisera ele ter certeza dos procedimento adotado por Dr° Elias ao acidentado.

Terminado então o atendimento e constatado o estado Grave de Cleophas, Conduziram o paciente às pressas para o hospital mais próximo da Região.

Ali, Cleophas passaria três longo meses de luta pela vida. Nesse período muitas coisas aconteceram sem o seu conhecimento. Coisas essas que iam cair sobre sua cabeça como um balde de água fria.

Naquela manhã Marcos foi para o círculo de oração para orar receber a palavra da parte de Deus. Naquela mesma manhã como era de costume recebera a oportunidade de falar para a Igreja.

“…Quem poderá nos separará do amor de Deus? A Fome? A nudez? As perseguições? Nada meus irmãos, eu vos digo nada!

O apostolo paulo nos disse que nada pode nos separa do amor de Deus. Isso é significa que estamos em uma situação confortável diante de Deus? Claro que não! Devemos nos prevenir e nos cuidar todos os dias, toda hora…

assim ele prosseguia sua mensagem naquela manhã, sua dedicação e seu fervo pela causa do Mestre era de se admirar. Seus sonhos e pensamentos estavam no Senhor. Entretanto era um jovem que precisava ser lapidado, precisava de um mentor para que alcançasse o sucesso que ele tanto almejava.

No Hospital, o estado de Cleophas era crítico, por não dizer grave! Rapidamente a notícia de um acidente grave era vinculada nos principais meios de comunicação. Suzana, a Esposa de Cleophas estava na sala quando viu a notícia chocante. Entretanto, não sabia que se tratava de seu esposo. Apesar de seu relacionamento com ele está desgastado e cheio idas e vindas.

– Suzana, Suzana, Suzana. Gritava dona Inês desesperada.

– Já vai, já vai… respondia ela.

– Pronto, o que foi dona Inês.

– Tenho uma notícia não muito boa que a mãe de Cleophas pediu para te dar.

– Que ela quer comigo agora? Respondia desconfiada Suzana.

– É que ela disse que recebeu uma ligação do Hospital e Cleophas está lá.

– Não, Cleophas está no Campo! Deve está chegando mais tarde depois que vier do trabalho.

– Você não está entendendo…

– Como não estou entendendo? Interrompia Suzana.

– Aconteceu alguma coisa dona Telma? Intrigada e um pouco confusa perguntava Suzana olhando firmemente para dona Telma que por sua vez encontrava forças para falar do acontecido.

– É que…que… Gaguejava ela um pouco, respirava fundo e falou


– É que Cleophas Sofreu um grave acidente e está no hospital!

– O que? A notícia a deixou atônita e sem reação.

– Mas como foi isso? Quando? Onde ele está?

– Olha eu não sei não dona Suzana, o que sei é o que eu para a senhora.

– Meu Deus! Não pode ser…

desesperada toma a chave de seu carro e segue às pressas para o Hospital. Ao chegar lá procura falar com o Médico sobre a situação de Cleophas. E ele assim falou para ela?

– Olhe dona Suzana, tenho que ser muito honesto com você. O seu esposo não está nada bem. O acidente foi grave e não podemos fazer muito. Só um milagre! Isso não acontece todos os dias

Três meses depois…

…Cleophas Estava pensativo quando o médico entrou na sala. Seus pensamentos ainda permaneciam confusos e ainda sentia algumas dores. Sua maior vontade era sair dali e ir para casa, retomar sua vida e voltar para sua empresa. Suzana não via a hora de sair dali, afinal já havia passado três longos meses de idas e vindas, de casa para o hospital e do hospital para casa…

– Sr° Cleophas, bom dia, como o senhor está hoje?

– Bem doutor, só estou com umas dores leves mas estou me sentindo bem. Respondia ele tomando um pouco de suco de morango.

– humm! Estou pensando que o senhor já pode ir para casa. Seus enxames mostram que você está bem.

– Graças a Deus! Graças a Deus! Respondia com euforia Suzana.

– obrigado Doutor! Muito obrigado. Não vejo a hora de poder ir para casa. Dizia Cleophas.

– Só vou assinar umas papeladas ali e pronto. Você estará liberado para ir. Dito isto o doutor se levantou, apertou a mão de Cleophas, desejou-lhe uma boa recuperação e se foi.

– Obrigado mais uma vez doutor. Respondia Cleophas acompanhando, com o olhar, a saída do doutor até a porta.

– Viu ai Suzi, ele disse que já podemos ir para casa isso não maravilhoso?

– Claro, Claro que sim!

Passado mais alguns minutos eles já estariam pegando o táxi de volta para casa. Foram longos meses de angústias dores e incertezas para Cleophas. Sua recuperação não foi fácil! Entre paradas respiratórias e reanimações assim ele viveu durante esses meses conturbados. Não havia festa no retorno de Cleophas, não havia recepções e tão pouco alegria. O que seguia era uma verdadeira enxurrada de problemas que ele teria que resolver.

Fale para Todos que você AMA da Palavra de Deus.

0 comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LIVE OFFLINE
track image
Loading...